segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012


Nesta época do ano é sempre a mesma dúvida: como fugir do Carnaval?

A receita é sempre a mesma:
1 – Amigos
2 – Cerveja
3 – Churrasco
4 – Cigarros
5 – Mé
6 – Instrumentos
7 – Um lugar do caralho.
 
E foi assim mesmo! Misturamos tudo e passamos quatro dias de extrema alegria em São Marcos.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Churras para 30

Tudo tem um lado bom e um lado ruim, certo? Errado! Ser gaúcho só tem o lado bom! O lado do churrasco, da cerveja e do cigarro! Sem limites, como só nós sabemos fazer! O problema é que todo brasileiro pensa a mesma coisa, então quando somos convidados para um churrasco, acabamos tendo que fazer tudo! E o pessoal adora!!!
Foi o caso deste final de semana. Até sexta de tarde éramos convidados para participar de um churras sábado, mas tiveram que cancelar o assador (pago) por falta de quórum (+ de 50 pessoas), então fomos convidados a fazer o churras, inclusive as compras, para 30 pessoas.
Só tinha um problema (?)... A cerveja já tinha sido paga e não poderíamos mais reaver o dinheiro. 10 engradados!!! 30 pessoas, das quais apenas 15 bebiam!!!
Então ao meio-dia eu e Fred estávamos a postos! Sempre com o copo na mão, afinal o salão de festas fechava às 10 da noite e tínhamos que acabar com a ceva, né! O pessoal começou a chegar só as 14hs, até então estávamos em 4 (Eu, Fred e os dois caras que moravam lá) e já tínhamos tomado mais de uma caixa. O Fred assou a carne e eu fiz o resto. Claro que foi um (outro) sucesso!
Churras pra lá, caipira pra cá, e o dia passou como se fossem minutos... Alguns já haviam debandado quando, ao chegar da noite, chegou o grande reforço! Juli Keep Rocking! Como é bom tê-la por perto! Logo já eram 10 horas, apagamos as luzes e subimos para o apartamento dos guris, afinal ainda tinham 3 caixas. Para dificultar nossa missão ainda apresentaram duas garrafas de cachaça. Essas horas já não sabia mais quantos nós éramos, mas não muitos. Eu e a Juli sentamos em uma rede e ali ficamos, a noite toda. Não recordo de levantar para ir ao banheiro, se quer. Era praticamente o Divã das Divas. As pessoas vinham, sentavam-se e filosofavam.
Lembro de, em algum momento, o Fred nos olhar e dizer: “- Ainda bem que eu desenvolvi a incrível habilidade de dormir no chão.” E se foi pra trás da mesa e ali ficou até ser literalmente arrastado para o quarto por um amigo!
No final não sei se sobrou cerveja, se faltou. Mas posso garantir uma coisa: Fizemos o melhor que pudemos!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Uma viagem pela Itália

Depois de 13 horas de voo chegamos ao aeroporto de Bolonha. Lembro como se fosse hoje, a Mire Rock Show (aos prantos) nos esperando do outro lado da porta. Neste momento percebi como estava com saudades! É muito estranho o que sentimos em relação aos verdadeiros amigos, no dia a dia não fazem a menor falta, pois estão sempre presente em nossos corações. Mas quando nos vemos, depois de tanto tempo, lembramos quanto falta eles fazem. E de como é bom ter uma família Rocker.
Daí em diante foram momentos de pura alegria! Fomos direto conhecer a casinha dos MM’s na Itália e largar as malas. Várias cevas nos esperavam na geladeira e muita, mas muita conversa para colocarmos em dia. Logo o Fredi (não o nosso) começou a ligar para irmos para casa dele. Lá fomos nós, com toda a ceva da geladeira em nossa companhia para a ceia de Natal. Na real fomos comemorar meu aniversário, foda-se o Natal! Foi então que conhecemos o Fredi (de Jundiaí), a Ana e o Mauro (pais do Fredi de Jundiaí) e o Diego (um Colorado colombiano), sim... Isto mesmo, eles tem um amigo Fredi (altão) e um Diego (tipo Mula). Depois de um tempo, eis que aparece nosso irmão Mauri (na Itália Muri quer dizer muro, então todos chamam o Muri de Mauri ou Água Parada – tem coisas que não mudam nunca!!!), aí não teve o que contivesse a galera. Fizemos um mega festão, daqueles de arromba mesmo, com direito a cair de cara no chão. Quer dizer, não só de cara, estava difícil ficar em pé! Muita alegria, muita emoção, ou seja, destruição!
No outro dia tínhamos a ideia de ir para Veneza, mas não acordamos. Domingo foi extremamente crítico (pra mim), andando e vomitando por toda cidade. Tive que voltar pra casa enquanto o pessoal foi dar banda por Bolonha. 30 anos não é fácil! Mas de noite eu ainda consegui sair. Fomos para o único bar aberto na cidade (já era bem tarde!). O dono (véio) do estabelecimento me deu um beijo na boca de feliz aniversário e tentou beijar a Mire várias vezes, ele estava muito doido. Depois nos deu 40 euros “de desconto”, de uma conta de 67 euros. Errou feio!
Segunda foi o dia de conhecer Bolonha (de dia, né!). A cidade é incrível, o tempo todo parecia que estávamos em uma cena de filme, só faltou a tal da máfia italiana. Em Bolonha existem estabelecimentos do tipo vendinha (parecido com aquele que tinha em baixo do 2), onde na maioria delas trabalham paquistaneses. Foi aí que surgiu uma história de amor. O Fred (nosso) não podia ver um PAQ sem entrar. A Moretti de 600 ml custava 1,50 euros em média e conquistou o coraçãozinho dele. Caminhamos o dia todo, primeiro pelo centro histórico, depois subimos um morro para uma vista panorâmica, de PAQ em PAQ.
Agora sim, Veneza! Logo que se chega à cidade sente-se em estado de total tranquilidade, depois de um tempo caminhando, percebe-se que isto se deve a não circulação veículos automotores (rodoviários, é claro). Os barcos de todos os tipos: barcos coletivos, barcos táxi, barcos de coleta de lixo, barcos bombeiro, barcos ambulância fazem muito menos barulho do que os carros, ônibus e caminhão, a sensação é de paz mesmo! Por todos os lados veem-se belos monumentos, em especial na Praça São Marcos, além de pontes, escadas e casas caindo aos pedaços. A única coisa que não agradou foi a ausência dos PAQs. Ficávamos muito tempo sem uma cerveja na mão. Quando encontrávamos comprávamos várias de uma vez, pelo menos não tinha como esquentar! Os MM’s tinham que trabalhar de noite. Voltamos e aproveitamos para provarmos os drinks da Mire, ajudamos ela fechar o restaurante e fomos encontrar o Muri no Kebab. Depois do digestivo, entramos em um bar que além de poder fumar, serve ceva em canecas de 1 litro. Hummmmm, que delícia!
Chegou o dia da preguiça. Só saímos de casa (eu e Fred) para almoçar com a Mire e depois comprar nossa maravilhosa janta de frios. Mortadela (inventada em Bolonha, SUPER especial), dois tipos de presunto de parma, copa, queijo tipo parmigiano, de fossa, emmental, azeitonas, cebola e pepino em conserva. Fantástico!
Já ouviram falar da Síndrome de Sthendal? Um fenômeno descrito pelo escritor francês Sthendal como uma série de sintomas como falta de ar, palpitação, taquicardia, vertigem e desmaios em pessoas que visitaram Firenze. Parece bobagem, mas não tem como não sentir alguns dos sintomas. A alguns passos da estação de trem nos deparamos coma magnífica Basílica di Santa Maria del Fiore, e daí em diante um espetáculo depois do outro, como a Piazza della Signoria, com toda suas esculturas. Como em Bolonha, no final da tarde subimos o morro para a vista panorâmica da cidade. Depois, janta e albergue.
Começamos o dia com uma viagem de trem bala, para Roma. Comemos um doce de café da manhã e a chegada em Roma foi, no mínimo, atordoante. Milhares de pessoas na estação de trem que é interligada à estação do metro. Quando emergimos na estação São Pedro, tivemos que parar, sentar numa mesa e nos concentrarmos, foi uma loucura, não tem nem como explicar.
E então começamos a andar por Roma, a cidade é um verdadeiro museu a céu aberto. Tudo é muito antigo e tem muita história. Os monumentos são realmente enormes e muito bonitos. É uma cidade de tirar o folego, mesmo! Mas agora o amor da vida era a Peroni, e sim, em Roma também existem vários PAQs. Era sexta, “inventamos” até uma música durante nossa caminhada noturna em baixo de chuva, será que vocês conhecem? Dizia mais ou menos assim: “Nós tamos indo pra Roma! Nós tamos no maior porre!!!” Este dia foi mágico!
Não é a toa que conhecemos Veneza (terça), Florença (quinta) e Roma (sexta e sábado) e o ranking das melhores foi unânime entre os quatro viajantes: 1° Roma, 2° Firenze e 3° Veneza. Talvez o café da manhã e lanche da tarde tenha contribuído! Ponto fraco: ficamos em um albergue “meio que clandestino”, na real era o apartamento de um cara e ele transformou os quartos em quartos coletivos. Ficamos todos juntos em um tipo de mezanino de um quarto. Achei que poderia morrer sufocada, o quarto era muito quente. Imaginem, 5°C e dormimos com a janela encostada e mesmo assim de manhã estava quente. Sufocante! Eu só queria ir embora daquele lugar. Então saímos, entramos no Coliseu, depois caminhamos por toda manhã, até o meio da tarde, admirando as ruínas de Roma.
Voltamos para Bolonha (de trem bala mais uma vez: + ou – 450 km em 2 horas) para curtir a festa do final de ano com os amigos dos nossos amigos. Éramos sete brasileiros, fizemos o esquenta na casa dos MM’s, depois fomos para a praça ver o boneco (que este ano era um mergulhador com ancinho – para varrer a crise) queimar. E uma espécie de guerra civil. Bem diferente de todas as comemorações que eu já vi, de um lado um boneco gigante em chamas e fogos de artifício. Do outro, pessoas jogando fogos, bombinhas e garrafas de vidro umas nas outras. Quem sou eu para julgar? Adoro uma lutinha!
Depois que a praça esvaziou, fomos para um Bar que só pode entrar com carteirinha, mas como era o 1° dia do Ano a Mire nos cadastrou como prováveis sócios para o Ano Vigente, depois dos papelões, não sei se eles conseguirão as carteirinhas.
Por fim, hora de voltar. Com muito mais amor, carinho e saudades do que chegamos! Mas muito feliz por ter vivido estes dias!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O mais novo membro da família!




Bom depois de quase 2 anos sem postar nada aqui resolvi colocar pelo menos a foto do mais novo membro da família.
Nem sei se alguem ainda olha isso aqui mas to afim de reativar o blog, certamente as coisas que escreverei agora serão bem diferentes das de antes hehehehe.
Vamos ver se der tempo eu escrevo...